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Folha de Pernambuco - PE 01/02/2010 - 08:20 |
Usuário pode optar entre 1,4 mil empresas
Presidente da Abramge ressalta a importância da abrangência geográfica do plano e atenção aos prazos de carência de cada operadora
Da Redação
Uma grande dúvida surge na mente dos brasileiros na hora de optar por um determinado plano de saúde. São mais de 1,4 mil empresas legalizadas e devidamente registradas no mercado nacional, de acordo com dados da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge). No meio de tantas opções, o que levar em consideração na hora da escolha? O presidente da Abramge, Flávio Wanderley, informa que é imprescindível saber se a operadora está de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Ela (ANS) avalia a situação das operadoras com o mercado, escuta a necessidade de cada uma, observa se elas seguem as determinações legais e ouve as queixas dos usuários”, disse. “É muito importante procurar um plano que se encaixe no orçamento e atenda às necessidades de cada pessoa”.
Além dessas recomendações, o presidente da Abramge ressalta a importância da abrangência geográfica do plano e atenção aos prazos de carência de cada operadora. De acordo com a ANS, foi registrado no último ano, 41,9 milhões de vínculos de beneficiários com planos de assistência médica e 12,3 milhões de planos exclusivamente odontológicos nas 1.516 empresas.
Quando se adquire um plano de saúde é necessário passar um determinado período de tempo nele (a carência), para poder ter acesso aos direitos específicos previstos por lei. De acordo com a Abramge, os planos são divididos em quatro segmentos: o de medicina de grupo, seguradoras de saúde (existem 20 ao todo, mas só duas estão atuando, o Bradesco e a Sulamérica), cooperativas médicas (o grupo Unimed concentra 27% de todos os usuários de saúde) e as autarquias (as auto gestões, como o Banco do Brasil, Chesf, Caixa Econômica, Geap, entre outras). Cabe ao usuário avaliar com qual ele se identifica mais.
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